Relatório Expedicionário — Companhia das Lanternas, Expedição XII

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Relatório oficial, assinado por Vesta Cormath, Líder de Expedição: Dia 1: Acampamento estabelecido a duzentos metros da entrada norte do complexo. A estrutura de entrada mantém integridade total — sem sinais de deterioração estrutural em nenhuma parede ou arco examinado. As pedras não são pedras. Análise manual sugere composição sintética, produzida, não extraída. Nenhum de nós tem vocabulário para o processo de produção. Dia 7: Encontramos a câmara com o objeto pulsante — o que nossos documentos preliminares chamavam de 'fonte de energia periódica, natureza desconhecida.' De perto, fica evidente que a pulsação não é regular no sentido mecânico. É irregular da maneira que um coração é irregular. Nenhum dos arcanistas da equipe consegue identificar o mecanismo. Dia 23: A Mandala de Transmutação foi localizada e fotografada por desenho. Levará anos para analisar completamente. Minha estimativa pessoal: décadas. Possivelmente uma geração completa de estudiosos. Observação final: as ruínas respondem à presença. Não de forma dramática — nenhum mecanismo ativa, nenhuma porta se abre. Mas a pulsação do objeto na câmara central aumenta quando nos aproximamos e diminui quando nos afastamos. Se isso é monitoramento passivo ou algo mais, não sei dizer. Recomendo cautela e retorno frequente.