Excerto de 'A Geometria do Cosmo: Primeiras Interpretações', compilado por estudiosos de três gerações da Companhia das Lanternas: A Mandala de Transmutação não é um mapa. Essa foi a primeira interpretação errada, e durou vinte anos. Não é uma instrução. Essa foi a segunda interpretação errada, e durou quarenta anos. O que a Mandala é: uma gramática. Especificamente, é a gramática de como o Cosmo se relaciona com o material — as regras de como energia cosmológica se converte em efeito físico, como efeito físico influencia energia cosmológica, e quais estruturas intermediárias tornam essa conversão eficiente. Entender a Mandala não te diz como fazer magia. Te diz por que a magia é possível, e por que certos formatos de intenção, gesto e material produzem resultados onde outros não produzem. É a diferença entre aprender palavras de uma língua e aprender sua gramática — depois da gramática, as palavras você descobre sozinho. A implicação perturbadora: a gramática do Cosmo foi codificada por alguém. Alguém escolheu esses princípios, ou os descobriu e os formalizou com suficiente precisão para que sobrevivessem milênios em formato portátil. Os Filhos das Estrelas não apenas usavam magia. A entendiam em um nível que ainda não alcançamos.
Mesa adulta
Somos todos adultos aqui. O conteúdo e o jeito como a gente joga são pensados para quem tem 18 anos ou mais.
Não é nada contra os mais novos — é que a gente solta muito palavrão e o papo na mesa é de gente grande.