Elegia escrita por Varen após a morte de Celm e a confirmação de que a runa funcionava, lida em todas as assembleias anuais do Mandato das Cinzas desde então: Celm não morreu para nós. Celm morreu para o que ele havia prometido ser, e a promessa era maior que qualquer um de nós. Não chorem por ele do jeito errado. Não chorem 'que pena' — ele não achava pena. Não chorem 'que perda' — ele não se considerou perdido. Chorem, se precisarem, porque a coragem que demonstrou expõe a distância entre o que somos e o que dissemos que seríamos quando fizemos nossos votos. As cinzas de Celm protegem agora. São o espaço entre você e o que quer fazer-lhe mal. Ele está presente de uma forma que nenhum vivo está. Isto é o que um voto significa levado até o fim: transformação, não extinção. O que Celm foi não acabou. Mudou de forma.
Mesa adulta
Somos todos adultos aqui. O conteúdo e o jeito como a gente joga são pensados para quem tem 18 anos ou mais.
Não é nada contra os mais novos — é que a gente solta muito palavrão e o papo na mesa é de gente grande.