Declaração de Alem — O Cisma Pacífico

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Texto completo da Declaração de Separação de Sumo-Santa Alem, lida perante representantes do Império do Bronze e assembleias de santos: Ao Imperador, com respeito que não é submissão: O Mandato das Cinzas não está deixando o Império do Bronze. Está reconhecendo que nunca foi parte dele da forma que os contratos formais sugeriam. As cidades que vivem sob proteção primária de runas de cinza e voto santo operam com uma lógica diferente da proteção por sino. O sino pode ser fundido mais rápido; pode ser instalado por artesãos treinados sem conexão divina; pode ser mantido com inspeção técnica. Uma runa de cinza depende de um santo, de cinzas de santo com o consentimento do santo que as gerou, e de manutenção que é fundamentalmente ritual, não técnica. Essa diferença não é melhor nem pior. É incompatível com cogovernança permanente. As decisões que o Império toma com velocidade industrial — onde colocar proteção, a que custo, com que prioridade — não podem ser aplicadas à proteção por voto sem destruir o que a torna funcional. Separamo-nos não em hostilidade. Separamo-nos para ser o que somos de forma suficientemente completa para ser úteis. O tratado de coexistência proposto reconhece a soberania de cada nação em seu território, livre circulação de santos e arcanistas entre os dois, e assistência mútua em caso de ameaça externa. Propomos algo simples: dois sistemas que funcionam melhor separados do que misturados.