O Cerco de Sinelândia

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Sinelândia, capital do Império do Bronze — a cidade que cunhou mais sinos do que qualquer outra em dois séculos — foi cercada pelas forças do Mandato por um período que os registros descrevem de formas contraditórias. Uns dizem meses; outros, mais de um ano. O que os relatos convergem é no custo: quando o cerco terminou, Sinelândia ainda estava de pé, mas a maior parte do seu estoque de mineral havia sido usada na defesa. Os sinos nas torres da cidade foram ativados em conjunto para criar uma barreira ressonante — funcional, mas que consumiu parte das reservas de mineral que dava a eles vantagem. O paradoxo do cerco é que ambos os lados saíram enfraquecidos: o Mandato por não ter tomado a cidade, o Império por ter gasto para defendê-la o mineral que esperava usar para vencer a guerra.